
Discurso Direto
By Novo Semanário & Jornal Económico


Paupério quer fim do “poder de veto no Conselho Europeu, na política externa, de defesa e até na fiscal”
O candidato do Livre às eleições europeias, Francisco Paupério, considera que as instituições da União Europeia têm de ser reestruturadas, para se tornarem mais democráticas e para que se possa acomodar um alargamento. “Se queremos uma União Europeia a 30+ [com mais de 30 estados-membros], temos de mudar regras e tratados. Estes cinco anos vão ser decisivos”, diz.

João Cotrim Figueiredo: "Temos de avançar mais rapidamente no mercado único"
O candidato da Iniciativa Liberal às eleições europeias, João Cotrim Figueiredo, considera que a União Europeia tem de ser reformada para que volte a ser “um espaço de liberdade sem qualquer espécie de reserva, volte a ter paz e segurança dentro das suas fronteiras e à volta das suas fronteiras e volte a ser um espaço de prosperidade que dê oportunidades a quem cá fica”.

Pedro Fidalgo Marques: “Não podemos ter retrocessos em termos de liberdades e garantias na UE”
A ascensão do populismo é um dos grandes desafios que a União Europeia (UE) enfrentará no próximo mandato, afirma o cabeça de lista do PAN às eleições para o Parlamento Europeu, Pedro Fidalgo Marques, que o coloca como prioridade, a par da transição climática e da guerra na Europa.

Francisco Guerreiro: “Livre, PAN e Volt deviam juntar-se para garantir a eleição de um eurodeputado”
O deputado europeu independente alerta ainda para um retrocesso para as políticas ambientais que pode constituir o novo quadro político em Estrasburgo, com a ascensão da extrema-direita, e avisa que o grupo europeu a que o Chega pertence é radical, contra o sistema. “Temos aqui um inimigo dentro. É um cavalo de Tróia”, afirma

José Miguel Júdice: “Luís Montenegro vai ter de correr riscos”
“Discurso Direto” é um programa do Novo Semanário e da JE TV onde todas as semanas são entrevistados os protagonistas da política, da economia, da cultura e do desporto. Veja a entrevista ao professor de Direito, José Miguel Júdice.

Eva Brás Pinho: "A geração mais qualificada de sempre não está cá"
Eva Brás Pinho é advogada, tem 24 anos e será a mais jovem deputada na bancada do PSD quando tomar posse a 26 de março. A advogada-estagiária da Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva & Associados foi líder da JSD Cascais e deputada municipal.

André Ventura em "Discurso Direto": “Posso humilhar-me mas vou lutar por um governo a quatro anos”
O que era abstenção tornou-se voto no Chega, que soube atrair os jovens e outros cujas causas representa. É assim que André Ventura explica o resultado nas legislativas e por isso acredita que pode vencer as europeias, ou pelo menos quebrar a barreira dos 20%.

Pedro Ginjeira do Nascimento: “A criação de riqueza é um bem público”
O secretário-geral da Business Roundtable acredita que é possível imprimir ritmo à economia mas para isso há que desburocratizar e tirar peso aos impostos, sobretudo os que penalizam o trabalho e os lucros.

Nuno Melo: “Maioria absoluta da AD é possível e desejável”
Tendo garantido o regresso do CDS ao Parlamento, Nuno Melo prevê conseguir pelo menos quatro deputados. De cargos no governo, garante que ainda não se falou, ainda que esteja certo da vitória da alternativa criada com a coligação, após “oito anos trágicos” de governação socialista.

Rui Pereira: “Os polícias têm razões de queixa há muito tempo”
Antigo ministro da Administração Interna, Rui Pereira entende e explica porque as forças de segurança sentem que não são respeitadas. Critica a “má decisão” de extinguir o SEF, na sequência da morte de um cidadão ucraniano, e os abusos em processos como o da Madeira.

Maria da Graça Carvalho: "Chega? Líder já deu a garantia de que não há acordo"
Foi ministra duas vezes em governos de centro-direita, mas diz que prefere manter-se no Parlamento Europeu. Maria da Graça Carvalho foi chamada por Luís Montenegro para ajudar a fazer o programa da AD, acredita que a aliança vai vencer as eleições de março, rejeita qualquer acordo com o Chega e diz que o país perdeu oito anos e o candidato socialista não tem um projeto que favoreça a economia.

Aguiar Branco: “Nunca percebi porque um PGR não vem dar explicações”
Está de regresso à vida política como cabeça-de-lista da AD por Viana do Castelo. Diz estar disponível para presidir ao parlamento, avisa que o projeto do PS é radical e extremista e vai manter o país na mesma rota e que só o projeto da AD permite desenvolvimento.

Eduardo Oliveira e Sousa: “Montenegro trará as florestas de volta para a agricultura”
Durante anos representante dos agricultores e agora nas listas da AD, Eduardo Oliveira e Sousa quer dar voz ao mundo rural. Na Assembleia ou no governo, se a isso for chamado. Lamenta a destruição do Ministério feita pelo governo socialista e diz que só Montenegro poderá reverter essas políticas.

Telmo Correia: "Ou fazemos diferente do PS ou não vale a pena"
Telmo Correia garante que AD vai fazer reformas estruturais, rejeita acordos com Chega e diz que só coligação tem um projeto de governo.

Rui Tavares: “Maioria absoluta? Foi mais uma maldição do que uma bênção”
O deputado único do Livre considera que o atual governo é o pior dos liderados por António Costa e que nada de muito relevante foi feito com a maioria absoluta do PS.

José Manuel Fernandes em "Discurso Direto": "Costa nas europeias? Não me surpreende que o PS o leve"
Para o eurodeputado do PSD não há dúvidas: a derrocada da maioria absoluta foi uma oportunidade de ouro perdida, mas o PM tinha de sair porque foi manchado por casos graves. Mas também é evidente que António Costa já tinha a Europa como objetivo para 2024, apontando ao Conselho Europeu.

João Almeida: "O CDS sozinho consegue eleger mais que um deputado"
Ex-dirigente do CDS defende uma coligação com PSD antes das eleições de 10 de março, diz que Paulo Portas daria um bom presidente e critica instabilidade do governo de Costa.

António Nogueira Leite em "Discurso Direto": “Pedro Nuno Santos é um político perigosíssimo”
Economista diz que a direita tem de trabalhar muito para se afirmar como alternativa contra a narrativa socialista e está preocupado com o que virá das eleições de março. Ainda que veja mais simples negociar com Pedro Nuno ao centro, para fazer reformas urgentes, do que com BE e PCP. Agenda da extrema-esquerda “é contrária aos interesses do país”, afirma.

Adalberto Campos Fernandes: "O PS não pode trazer para dentro de si o que combateu no passado"
Crítico dos que não veem valor nas contas certas, antigo ministro socialista elogia Fernando Medina, ainda que reconheça que “o governo tem de dar corda aos sapatos” para resolver problemas. Defende que mesmo em maioria absoluta era importante garantir consensos alargados em temas estruturais, como a TAP, a lei de bases da saúde e grandes investimentos.

António Mendonça: “Há um défice de benefícios relativamente aos impostos que são pagos”
O bastonário da Ordem dos Economistas e presidente do Conselho Nacional das Ordens Profissionais considera que há falta de planeamento em Portugal e que isso impede o país de se desenvolver a ritmos mais robustos e de responder a problemas como os que vemos na saúde.

Nuno Magalhães defende diálogo entre PSD, CDS e IL
Nuno Magalhães está afastado da vida politica ativa, mas mantém disponibilidade para apoiar o CDS e Nuno Melo. Gostaria de ver Paulo Portas regressar à vida politica e lamenta que o mundo da política esteja "agressivo". Defende criação de pontes entre PSD, CDS e IL e critica opção do governo de não desagravar impostos para as empresas.

Rui Rocha: “Vamos sozinhos às eleições legislativas. É um assunto que está encerrado”
Rui Rocha, presidente da Iniciativa Liberal, afasta completamente integrar uma coligação pré-eleitoral entre os partidos de centro-direita nas eleições legislativas, “venha quem vier”, e quer apresentar o cabeça-de-lista às eleições europeias até ao final do ano.

Pedro Brinca: “Portugal é um país pobre com impostos de rico”
Pedro Brinca concorda com a necessidade de redução da carga fiscal, que tem dominado o debate político, mas avisa que é preciso ter atenção para não fazer perigar a consolidação orçamental e olhar ao que vem a seguir, não só em termos fiscais, mas também no investimento, ancorado num PRR que termina em 2026.

Carlos Moedas: “Vamos propôr a devolução de 4,5% do IRS aos lisboetas já”
A meio do mandato, o presidente da Câmara garante que vai continuar a lutar pelo corte de impostos para os lisboetas. Critica a oposição e acusa PS e extrema-esquerda de bloquearem soluções por ideologia e partidarismo.

Joaquim Miranda Sarmento: “O governo de maioria do PS é pior do que o governo da geringonça”
Joaquim Miranda Sarmento, começa o seu segundo ano de mandato à frente da bancada do PSD, depois de um primeiro contestado internamente. Vai dar a cara no debate de quarta-feira pela bandeira do PSD: a reforma fiscal. Acusa o governo de ter respondido com propostas fiscais “pífias” e de “insensibilidade” por não devolver o excedente orçamental.

Domingos Simões Pereira: “Muitos presidentes em África não querem prestar contas”
Líder da coligação que venceu com maioria absoluta as eleições da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira explica como quer trazer diálogo aos poderes para desenvolver o país, começando por “limpar” e torná-lo atrativo para investidores.

Luís Mira: “Não se pode tratar o sobreiro como uma vaca sagrada”
O Secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal, para além de falar de sustentabilidade, critica a falta de rumo das políticas públicas num setor fundamental para o país e os portugueses. Lamenta também a deficiente gestão dos fundos europeus, que nos custa competitividade.

Miguel Albuquerque: “O Estado não quer saber das autonomias”
Miguel Albuquerque é candidato a cumprir o terceiro mandato consecutivo como presidente do Governo Regional da Madeira, prometendo a continuidade das políticas da coligação PSD/CDS-PP. Em discurso direto, critica o governo da República pela falta de reformas e pelo peso que os impostos têm sobre famílias e empresas. Defende um PSD reformista, diz que Luís Montenegro precisa de tempo para se afirmar, que deve estar aberto a acordos à direita e ao centro, e que tem de vencer as europeias.

Paulo Núncio: “A carga fiscal só diminuirá quando o PS não governar”
Ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo PSD/CDS Paulo Núncio considera que a proposta fiscal apresentada por Luís Montenegro vai no bom sentido, mas peca por insuficiente. Acusando o Governo de ser o responsável pela carga fiscal mais elevada de sempre, o vice-presidente do CDS diz que deve iniciar-se um novo ciclo e que os partidos de centro-direita têm de coordenar-se melhor para construírem uma alternativa.

Adão Carvalho: “PGR tinha o dever de explicar as buscas ao PSD”
Para o presidente do Sindicato do Magistrados do Ministério Público, a não podem existir “paraísos penais”, porque isso degrada a democracia. Em "Discurso Direto", Adão Carvalho considera que o Parlamento tem de optar entre defender a liberdade de imprensa ou o segredo de Justiça e insurge-se contra os políticos que criticaram a ação do MP nas buscas ao PSD e a Rui Rio, sem conhecimento de causa. “Isso é perigoso para todos nós”, avisa.

Miguel Costa Matos: “Galamba deve ter a oportunidade de mostrar que não está fragilizado”
Sem pressa para subir o patamar seguinte - ser membro de um governo -, Miguel Costa Matos mantêm o foco no que quer fazer avançar no Parlamento como secretário-geral da Juventude Socialista (JS). O ex-assessor económico de António Costa reconhece que houve casos "lamentáveis" no Governo no último ano e meio, mas garante que "a árvore tem tronco e raízes sólidas".

Ulisses Correia e Silva: “Queremos captar o interesse dos investidores portugueses”
Cabo Verde quer apostar nas energias renováveis, na economia azul e na transição digital para ultrapassar as crises que tem enfrentado, e criou, com Portugal, um mecanismo inovador que lhe permite transformar dívida em investimento. Em “Discurso Direto”, o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, diz que quer contar com os investidores portugueses no processo.

Carlos Cortes: “Nunca houve interesse da direção do SNS em ter a colaboração da Ordem"
"Não temos razões para nos preocuparmos com o funcionamento das urgências no verão, se o Ministério da Saúde e a direção executiva do SNS tomarem as medidas e acabarem com um arrastar completamente incompreensível" de soluções, defende o bastonário da Ordem dos Médicos. Nesta entrevista, Carlos Cortes elogia a capacidade de diálogo do ministro, mas acusa a direção executiva do SNS de não ouvir ninguém. E arrasa o Governo por causa do processo de revisão dos estatutos da Ordem.

Paulo Moniz: “Pedro Nuno Santos saiu da TAP, mas a TAP não saiu dele”
O coordenador do PSD na comissão parlamentar de inquérito à tutela política da gestão da TAP, Paulo Moniz, nega que Pedro Nuno Santos tenha saído fortalecido da sua audição e acredita que mesmo a saída do Governo demonstra a “astúcia” de quem pretendia afastar-se da “herança” da intervenção do Estado na transportadora aérea. “Pedro Nuno Santos saiu da TAP, mas a TAP não saiu dele”, afirma. Em entrevista ao programa “Discurso Directo”, o deputado social-democrata diz ainda que a possível indemnização de “três a quatro milhões de euros” a pagar à anterior CEO da TAP, Christine Ourmières-Widener, irá constituir um ónus sobre o ministro das Finanças, Fernando Medina.

Carlos Oliveira: “Precisamos, outra vez, de perceber que a educação tem de ser uma paixão”
Portugal tem de apostar na formação para aproveitar as oportunidades criadas pela disrupção que está a acontecer com a introdução de novas tecnologias e com o que a inteligência artificial vai mudar. Carlos Oliveira, presidente-executivo da Fundação José Neves, considera que é necessário recuperar a paixão pela educação e que a resolução dos problemas passa pela sociedade e não pelo Estado, com uma abordagem diferente da formação. E critica a falta de debate e a inexistência de pactos de regime para transformar áreas fundamentais.

Miguel Pinto Luz: “António Costa está encurralado e não tem muito mais balas no revólver”
O vice-presidente do PSD e da Câmara de Cascais, Miguel Pinto Luz, acredita que o primeiro-ministro arrisca-se a que “seja irremediável o fim deste governo” caso não tome as decisões correctas e que não podem passar apenas por “pequenas alterações cosméticas”, como a saída do ministro das Infra-Estruturas, João Galamba.

Sérgio Gonçalves: “Temos um governo regional fraco e um presidente permeável a pressões externas”
Sérgio Gonçalves assumiu a liderança do Partido Socialista da Madeira depois da derrota nas eleições regionais – com o PSD a garantir o governo com o apoio do CDS – e de o partido ter perdido a Câmara Municipal do Funchal. O gestor garante que os socialistas não concorrerão coligados nas eleições regionais, este ano, e que está focado em afirmar-se como alternativa aos 47 anos que o PSD leva no poder, mesmo que as sondagens sejam desfavoráveis.

João Soares: “Houve um descarrilamento entre Marcelo e Costa”
Mesmo acreditando que a tensão entre o Presidente da República e o primeiro-ministro, devido à manutenção de João Galamba no Governo, possa ser uma tempestade num copo de água, João Soares admite que “houve aquilo a que podemos chamar um descarrilamento”. O histórico militante socialista, antigo presidente da Câmara de Lisboa, defende ser possível “voltar a um clima de tranquilidade muitíssimo benéfico para o país” e adverte que “gerarmos um conflito desnecessário ente pessoas que têm todas as condições para se darem bem, e se deram bem durante sete anos, parece-me um disparate completo”.

Rui Gomes da Silva: “PSD e Chega estão condenados a entenderem-se”
Descontente com as linhas vermelhas que “outros impõem” ao seu partido, o antigo vice-presidente e ministro social-democrata Rui Gomes da Silva afirma que “o PSD e o Chega estão condenados a entenderem-se”, na medida em que um futuro governo à direita envolverá “obrigatoriamente” o partido fundado por André Ventura, a quem reconhece o carisma que não encontra em Luís Montenegro.

Fernanda de Almeida Pinheiro: “Há um desinvestimento na Justiça que tem custado muito aos cidadãos”
Os advogados estão em guerra aberta contra as alterações dos atos próprios da profissão, que a Autoridade da Concorrência propõe que sejam fortemente reduzidos e que o Governo pretende ver alterados. A bastonária da Ordem dos Advogados, Fernanda de Almeida Pinheiro, que cumpre quatro meses no cargo, critica as propostas feitas, mas também o desinvestimento no sector, que considera ser o responsável pela degradação da Justiça, e acusa o Governo de não ouvir os agentes do sector.

Matos Correia: “O primeiro-ministro fez mal e afrontou o Presidente”
Entrevistado para o “Discurso Directo”, poucas horas antes de Marcelo Rebelo de Sousa revelar aos portugueses que não irá dissolver a Assembleia da República, o advogado Matos Correia defendeu que António Costa “fez mal e afrontou o Presidente” ao não aceitar o pedido de exoneração de João Galamba. Ainda segundo Matos Correia, que já foi vice-presidente do PSD e da Assembleia da República, e agora preside ao Conselho de Jurisdição Nacional dos social-democratas, se o pedido de exoneração do ministro das Infraestruturas foi uma encenação, então “não foi bem feita”.

Nelma Fernandes: “A língua facilita a componente económica da CPLP, mas não faz o negócio por nós”
Primeira mulher a presidir à Confederação Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), Nelma Fernandes, apresenta os objetivos do seu mandato numa entrevista que pode ser vista e ouvida na íntegra, a partir deste sábado, no programa “Discurso Direto”, disponível nos sites do Jornal Económico e do NOVO, e também está publicada na edição impressa do NOVO.

Inês de Sousa Real: “O PAN não é um catavento para alinhar com quem quer que seja"
Inês de Sousa Real é porta-voz do Pessoas-Animais-Natureza (PAN) e recandidata a líder do partido que quer recuperar, depois da quebra das últimas eleições. Em entrevista ao “Discurso Direto”, programa de entrevistas do NOVO e da JE TV, Inês Sousa Real afirma que o PAN tem ideias próprias, capacidade de entendimento com diferentes forças políticas, mas recusa a ideia de viabilizará qualquer governo.

Bernardo Blanco: “CEO da TAP vai receber cada cêntimo que pretender”
Um dos deputados em maior destaque na Comissão Parlamentar de Inquérito à Gestão Pública da TAP, Bernardo Blanco, deputado da Iniciativa Liberal, não vê argumentos que justifiquem o despedimento por justa causa da CEO e do chairman da TAP, até porque a indemnização a Alexandra Reis era do conhecimento dos ministros. “Christine Ourmières-Widener vai receber cada cêntimo que pretender”, afirma, prevendo que o mesmo aconteça a Manuel Beja.

Manuel Soares: “Não temos um governo reformista na Justiça”
O presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses, Manuel Soares, diz que os ciclos políticos não incentivam reformas, que há uma desconfiança enraizada entre os agentes do sistema e que o actual governo tem mostrado não ser reformista, mesmo quando há situações que requerem uma decisão urgente.

Nuno Melo: “Há um buraco à direita do PSD ao qual o CDS tem de voltar”
Eleito presidente do CDS a 3 de Abril de 2022, poucos dias depois de arrancar a primeira legislatura sem deputados centristas na Assembleia da República, Nuno Melo faz um balanço positivo do primeiro ano de mandato que completa nesta segunda-feira. Numa entrevista ao “Discurso Direto”, defende que as más sondagens, que chegaram a atribuir intenções de voto nulas ao partido, não impedem que tenha sido possível manter presença mediática, antecipando medidas como o IVA a 0%.

Mário Nogueira: “Os professores quase fazem risquinhos na parede para ver quanto tempo falta”
No final da quarta-feira em que voltou a reunir com o Governo para marcar novas negociações com o Ministério da Educação, a 5 de Abril, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, foi entrevistado para o “Discurso Directo”, programa do NOVO e da JE TV, disponível nos sites do Jornal Económico e do NOVO.

Leitão Amaro: Arrendamento coercivo "é para acabar de imediato quando o PSD for Governo”
O PSD tem estabelecidas linhas vermelhas na discussão do pacote sobre a habitação, e promete “intransigência” no que considerar serem “ataques” à propriedade, à iniciativa económica e ao investimento ou “pôr o Estado a fazer o que não sabe”. Em entrevista, o vice-presidente do PSD António Leitão Amaro explica as medidas que o partido propõe para o sector, critica as propostas do Governo e garante “intransigência” na recusa da “extinção prática” do alojamento local ou do arrendamento coercivo.

Ossufo Momade: “Queremos que África tenha eleições livres, justas e transparentes”.
Moçambique vai iniciar um novo ciclo eleitoral este ano, com eleições autárquicas, e o presidente da Renamo alerta para a necessidade de se garantirem os processos eleitorais, com a supervisão da comunidade internacional.

Maria da Graça Carvalho : “É uma pena que se esteja a desperdiçar uma maioria absoluta”
A eurodeputada do PSD, Maria da Graça Carvalho, considera que o Governo não está a aproveitar o facto de ser suportado por uma maioria absoluta e está a desperdiçar a oportunidade de fazer reformas em áreas essenciais, como a justiça, a educação e a saúde.